quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Aparência - Capítulo 2

A estrada que cortava a cidade tinha pouco mais que quatro quilômetros. Não havia muitos quarteirões, mas eram mui grandes. Também não existiam shoppings, mas a cidade tinha um mercado onde quase tudo era vendido e uma praça ao lado com pouca iluminação, mas não perigosa, cuja maioria dos casais visitava e até mesmo se deitavam na grama para ver o céu.

As festas, quando não eram feitas nessa praça, ocorriam nas casas dos próprios moradores e raramente a polícia precisava intervir já que, por ser uma cidade pequena, os moradores que talvez reclamassem das festas, freqüentavam as mesmas.

Havia uma casa enorme e arrisco dizer também que era muito bonita. Era composta por três andares, cada qual com uma média de quatro a cinco cômodos, um sótão e um porão. Era branca, com quatro janelas largas de madeira e uma, acima de todas as outras, redonda e pequena, com um metro de diâmetro.

A casa estava à venda, até a manhã em que um caminhão parou na porta para descarregar as mudanças.

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