Ele estava sozinho. Andando como sempre.
Já era de madrugada quando decidiu voltar pra casa. Nunca foi de chegar tarde, mas aquela era uma data especial, afinal, o primeiro dia do ano sempre é. Estava a alguns metros quando levantou os olhos para o céu negro.
Sentiu-se pequeno diante da imensa escuridão, mas teve um conforto ao ver uma estrela cadente. Ainda voltado para o céu, Ele fechou os olhos e fez um desejo, que no mesmo momento fez seu coração dar um salto. Por um instante não quis abri-los, pois sabia que, de certa forma, algo estava diferente. Apesar de ter os olhos fechados, sentiu-se diferente, assim como sentia o mundo. Ainda com o rosto para cima, abriu os olhos, e, o mesmo céu negro, agora estava estrelado como um tapete de pérolas desorganizadamente bem distribuídas.
Espantado, seguiu para casa. Levou outro susto ao perceber que a estrada de asfalto se tornara uma simples trilha de terra em meio à relva de pelo menos dois palmos de altura. O mais impressionante era a beleza estonteante do local e a paz que ele trazia.
Parou para olhar ao redor e reparou como a lua estava prateada. Ela estava redonda e majestosa, e emanava uma luz que dissipava as trevas da noite e a deixava mais bela. Em torno dela, estrelas, como uma persiana enfeitavam o céu, estáticas.
Pousou seu olhar no caminho e viu que adiante havia duas árvores que sustentavam um portão aos pés de um morro. Ele caminhou até o portão, que estava trancado, e colocou a mão no bolso, sacando um molho.
Abriu o portão e continuou seu caminho.
Na porta da casa, Ela o esperava. Soberana e linda, com um sorriso nos lábios. Um sorriso de quem espera com esperança. Seu olhar parecia tímido, escondido em parte pelos cabelos castanho-escuros.
Seus lábios eram levemente avermelhados e estavam entreabertos, fazendo de seu sorriso uma escultura.
Ele estendeu sua mão e Ela a segurou.
- Quero te mostrar uma coisa
Sussurrou o rapaz no ouvido da jovem.
Os dois andaram até o topo do monte, onde Ele estendeu uma toalha para que Ela sentasse, e os dois olharam para o horizonte cortinado de estrelas.
E novamente, avistou-se uma estrela cadente. Ele riu e Ela também, e os olhos do casal se encontraram. E, no mesmo instante, o vento parou e todo barulho se extinguiu. O único som audível eram as batidas em um só som dos corações Dele e Dela. E um beijo os tornou um.
E nesse momento, uma a uma, as estrelas começaram a cair, e formaram uma chuva que dominou o céu. E o espetáculo parecia infinito, assim como o tempo.
Já era de madrugada quando decidiu voltar pra casa. Nunca foi de chegar tarde, mas aquela era uma data especial, afinal, o primeiro dia do ano sempre é. Estava a alguns metros quando levantou os olhos para o céu negro.
Sentiu-se pequeno diante da imensa escuridão, mas teve um conforto ao ver uma estrela cadente. Ainda voltado para o céu, Ele fechou os olhos e fez um desejo, que no mesmo momento fez seu coração dar um salto. Por um instante não quis abri-los, pois sabia que, de certa forma, algo estava diferente. Apesar de ter os olhos fechados, sentiu-se diferente, assim como sentia o mundo. Ainda com o rosto para cima, abriu os olhos, e, o mesmo céu negro, agora estava estrelado como um tapete de pérolas desorganizadamente bem distribuídas.
Espantado, seguiu para casa. Levou outro susto ao perceber que a estrada de asfalto se tornara uma simples trilha de terra em meio à relva de pelo menos dois palmos de altura. O mais impressionante era a beleza estonteante do local e a paz que ele trazia.
Parou para olhar ao redor e reparou como a lua estava prateada. Ela estava redonda e majestosa, e emanava uma luz que dissipava as trevas da noite e a deixava mais bela. Em torno dela, estrelas, como uma persiana enfeitavam o céu, estáticas.
Pousou seu olhar no caminho e viu que adiante havia duas árvores que sustentavam um portão aos pés de um morro. Ele caminhou até o portão, que estava trancado, e colocou a mão no bolso, sacando um molho.
Abriu o portão e continuou seu caminho.
Na porta da casa, Ela o esperava. Soberana e linda, com um sorriso nos lábios. Um sorriso de quem espera com esperança. Seu olhar parecia tímido, escondido em parte pelos cabelos castanho-escuros.
Seus lábios eram levemente avermelhados e estavam entreabertos, fazendo de seu sorriso uma escultura.
Ele estendeu sua mão e Ela a segurou.
- Quero te mostrar uma coisa
Sussurrou o rapaz no ouvido da jovem.
Os dois andaram até o topo do monte, onde Ele estendeu uma toalha para que Ela sentasse, e os dois olharam para o horizonte cortinado de estrelas.
E novamente, avistou-se uma estrela cadente. Ele riu e Ela também, e os olhos do casal se encontraram. E, no mesmo instante, o vento parou e todo barulho se extinguiu. O único som audível eram as batidas em um só som dos corações Dele e Dela. E um beijo os tornou um.
E nesse momento, uma a uma, as estrelas começaram a cair, e formaram uma chuva que dominou o céu. E o espetáculo parecia infinito, assim como o tempo.
So romantic!
ResponderExcluirOs sonhos trazem coisas boas e bonitas.
O texto virou um sonho real para os românticos, inclusive para mim...=)
Muito bom!!
Ai,que lindo *-*
ResponderExcluirEu entendo este seu talento como divino, as palavras só expressam o que trazes eu teu coração. A cada dia tenho mais orgulho de ti. Não permita que a vida mude esta linda trajetória que se inicia. Beijão, te amo muito.
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