Uma espada ao ser desembainhada. O som da lâmina correndo no pedaço de metal que fica bem na boca da vagem. Erguida no ar com sua prata tão afiada, ela corta a brisa até ir de encontro à carne, e quando a toca, seu fio transpassa camada após camada.
E o som... Ah o som.
A pele sendo aberta aos poucos, carne a carne, ossos, órgãos. Então ela para, e tudo que resta é segurar com força o punho, olhar a vítima desde o ponto onde está a espada até os olhos. Olhos vivos, vorazes, corajosos, porém incapazes de uma reação. E então girar, girá-la e apreciar a mudança no rosto causada pela dor da torção da lâmina até que o sangue saia, rubro escarlate. E ouvir o mundo mudo. E ouvir o metal mudo. E um grito sem som de uma boca aberta e tremula. Ouvir o som de um corpo que se deita lentamente, e se afasta do punho firme e frio, caindo ao chão e soando seco e delicioso.
E o som... Ah o som.
A pele sendo aberta aos poucos, carne a carne, ossos, órgãos. Então ela para, e tudo que resta é segurar com força o punho, olhar a vítima desde o ponto onde está a espada até os olhos. Olhos vivos, vorazes, corajosos, porém incapazes de uma reação. E então girar, girá-la e apreciar a mudança no rosto causada pela dor da torção da lâmina até que o sangue saia, rubro escarlate. E ouvir o mundo mudo. E ouvir o metal mudo. E um grito sem som de uma boca aberta e tremula. Ouvir o som de um corpo que se deita lentamente, e se afasta do punho firme e frio, caindo ao chão e soando seco e delicioso.
Ai,chuchu,você é tão romântico *-*
ResponderExcluirAi... romântico?... eu vou ficar sem dormir pro resto da semana agora!
ResponderExcluir*medo O.O
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